ATO 1
segunda-feira, 21 de abril de 2008
O que os três modelos anteriores tiveram de fácil, pelo menos pra mim, esse teve de complicado. Primeiro tentei fazê-lo com palitos. No meio da montagem acabaram-se os palitos, então resolvi recomeçar com macarrão, não fui muito longe na remontagem e tudo desmoronou outra vez, acho que, dessa vez, por causa do tamanho das bolinhas de massa de modelar que fiz, ficaram grandes e pesou muito. Resolvi então quebrar os macarrões pela metada para tentar fazer o mesmo trabalho, porém menor. Depois de muito tentar, dessa forma consegui realizar a atividade.
domingo, 20 de abril de 2008

ATO 5 - Contextualização.
O solicitado nesse trabalho foi de escolhermos qualquer uma das atividades feitas até então, exceto a Torre Eiffel, e fazer uma contextualização, ou seja, insirir o objeto escolhido em um ambiente aberto ou fechado, casando-o com o contexto. Escolhi objetos confeccionados no ato anterior a esse. Explorei a contextualização tanto em ambiente fechado como aberto.
O solicitado nesse trabalho foi de escolhermos qualquer uma das atividades feitas até então, exceto a Torre Eiffel, e fazer uma contextualização, ou seja, insirir o objeto escolhido em um ambiente aberto ou fechado, casando-o com o contexto. Escolhi objetos confeccionados no ato anterior a esse. Explorei a contextualização tanto em ambiente fechado como aberto.
Aqui temos a foto de uma sala de estar na qual me detive no abajur sobre o aparador.
Nessa contextualização tive um pouco mais de trabalho que na anterior, visto que foi preciso de três fotos enquanto na anterior apenas de duas - a do ambiente e a do objeto. Precisei de uma foto da paisagem tal qual como era, outra apenas do objeto que confeccionei e mais uma outra da paisagem original para recortar a armação que mantém o bondinho preço aos cabos nos quais ele anda para colar em cima do objeto, uma vez que ele, quando colado sobre a paisagem original, tapou parte de tal armação. Os vazados desse objeto tentam representar as partes envidraçadas do bondinho original.
Aqui temos o mesmo bondinho da contextualização anterior, só que agora de frente. Essa contextualização se assemelha com a segunda desse ato já que, outra vez, foi preciso apenas de duas fotos - a da paisagem original e a do objeto. A foto do objeto foi tirada com ele em frente a um basalto para tentar representar a pedra que, teoricamente, deveria ser enxergada no seu fundo.
sábado, 5 de abril de 2008
ATO 3 - As próximas oito fotos se referem a esse ato.

Esse foi um ato muito importante visto que tivemos a oportunidade de, junto dos colegas, analisarmos os trabalhos uns dos outros. Foi formado grupos para repetirmos as operações de alguns trabalhos selecionados procurando váriar em gramatura de papel, em cor e, dependendo do material escolhido, em algumas dobras. Nessa etapa o meu trabalho foi selecionado para que o grupo em que eu estava inserido repetisse o modelo. A colega Isis estava no meu grupo e ela repetiu o trabalho usando EVA e com isso presenciamos uma situação em que o modelo teve que ser adaptado ao material escolhido pela colega tendo que substituir um tipo de dobra por outra.
Refiz o modelo, agora, com papel cartaz na cor azul. O resultado foi melhor uma vez que o trabalho ficou mais firme. Por outro lado, por tratar-se de um modelo que é totalmente feito a partir de cortes, dobras e encaixes, tive, por ter trabalhado dessa vez com um papel de gramatura maior, mais dificultade de fazer as partes de encaixe que ficam embaixo do modelo. As próximas duas fotos variam apenas em cor e posição.
Como disse, esse trabalho quando feito com papel sulfite apresenta dificuldades em ficar um pé, por isso, refiz com um papel de uma agramatura maior. Com essa alteração o modelo ganhou firmeza, podendo, sem dificuldade, ficar em pé. Talvez poderiam perguntar-me por que eu queria que o modelo ficasse em pé. Pois bem, embora saiba que se trata de uma atividade totalmente abstrata de início, após executar o modelo com outro papel achei que ficou parecido com um estilo de gruta ou capelinha quando nessa posição.
Torre Eiffel
Essa foi a primeira atividade da disciplina de maquetes e teve como objetivo mostrar aos alunos a maneira mais indicada de manusear o estilete para evitar possíveis acidentes em aula. Foi um trabalho de cortes e de colagem em papel comum do tipo A4. A torre Eiffel, localizada em Paris, ganhou foros de nobreza em 1889, quando Gustave Eiffel, um engenheiro francês especializado em pontes, terminou de construir a torre que, batizada com seu nome, se converteria num símbolo de Paris. A torre tem 300 metros de altura (320 com a antena de TV), pesa 9 mil toneladas e se compõe de 12 mil peças metálicas.
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